
26.6.07
SPA ou SAP?

24.6.07
22.6.07
Verão: new look
Sintam-se livres para entrar, vasculhar, convidar, fugir...
Bem-hajam & Abraços
21.6.07
20.6.07
Afrodisíaco barato, mas com sucesso garantido!
O Amendoim ou Alça Pilas, conhecido pelas suas capacidades energéticas, alimento quente e morenito, possui características afrodisíacas.16.6.07
Feli City
Despedir-me de ti, "Adeus, um dia, voltarei a ser feliz”, cantam os Gift. Pega-se nesta frase, como se pode escolher outra. Oiço-a. Preenche-me a nostalgia. Haja espaço na vida para tudo, que a tristeza, desorientação, perda, desassossego, desespero, solidão e outros estados que causam vazio e nos confundem fazem parte da vida. Haja um lugar certo para eles. Ou incerto. Entenda-se que são parte da vida. O bom e o mau junta-se à vida.
A sociedade está montada em valores que parecem ter mais sentido quando a vida é partilhada. As fantasias criadas para fazer sonhar o homem de hoje, transmitem uma ideia de felicidade que me indigna.
Anda tanto mundo à procura da felicidade!
Cenários pintados de sorrisos, situações perfeitas, casos com soluções, vidas repletas de facilidades. Não faltará mostrar as alternativas deste mapa que é a vida? Se o caminho para a felicidade fosse a chapa 5, não seríamos todos pessoas equilibradas, gratas e contentes?
Não julgo perigoso acreditar que a partilha da vida tem um sabor diferente da escolhida por aqueles que decidem manter-se sem par. É diferente da escolha do isolamento. É bem diferente.
Viver isolados faz pouco sentido. Precisamos dos outros. Também isto parece ser diferente de acreditar que o amor só existe a 2. E que sem o par não se é feliz. Estar sem par não é condição para a solidão.
Desconfio que se incute pouco a importância de acreditar no lugar do amor próprio no pódium da vida. Parece que se procura a felicidade plena da vida no outro. Como se fosse a condição para a nossa paz, ter alguém que nos escolheu ou quem nós escolhemos para partilhar a vida connosco. Acho que é por isso, que para algumas pessoas o fim de um amor se associa ao fim do sorriso.
A queda existe. Cai-se e isso é inevitável. Haverá quem acredite que há “meio entregar”? Não sei viver com meio amar ou meio viver. Vive-se. Ama-se. Não sei viver com meio intenso. Entrega-se.
Antes de esperarmos que alguém nos ame, a vida mostra que é primordial que nos amemos a nós mesmos. Por isso, acho sempre estranho quando me confessam que alguém o / a completa. Mas quem completa o quê em alguém?
Amemo-nos a nós mesmos e não depositemos no par a esperança de sermos felizes --> parece-me mais sensato! Será por isso que alguns de nós relativizem a importância de: pequenas coisas pequenos gestos, flores, céu, olhos e sorrisos?
A propósito:
Não é a força, mas a constância dos bons sentimentos que conduz os homens à felicidade.
14.6.07
Santos en Français
A-n-d-a-r, bailaricos, povo, popular, recantos, pátios, ruas antigas, sardinha e encontrar pessoas que não esperamos. Voz do Operário, Alfama, Graça, Castelo, zona do ISPA, Campo das Cebolas… Os Santos!Guardo na memória saídos de Alfragide, atulhados nos carros para Lx e dar o pézinho de dança em qualquer recanto.
2006 - Guardo o preço do chouriço! 7.5€ (façam a conta a 3!).
2007 - Antes do pavor que senti (que sentimos!) há que resumir o que se viveu num romper de palavras rápidas, coisa rara nestas noites: estacionar demora, o comer demora, chegar ao Castelo demora, e de novo, chegar ao carro, demora!
Carro para lá do Largo da Feira da Ladra e chegar à Casa dos Bicos. Encontrar jantados os 7 com quem íamos passar o resto da noite: 2 portuguesas e 5 franceses.
Bebeu-se e comeu-se com a bunda meio fora meio dentro em tábuas corridas, sardinha a pingar e pão molhado na gordura com o melhor sabor do mundo, água para empurrar, goles de imperial, e muitos “ouis” e “yes”. Falar e comer com toda aquela mistura de sons no ar já não é tarefa fácil, imagine-se com franceses.
A conta? Tentou-se ser sério. Depois de esperarmos sentados… de pé… achámos que: “está bom assim”. Este ano o “chouriço” ficou baratíssimo! De rosas nas mãos, porque os estrangeiros não resistem ao “qué frô”, lá fomos os 11 rua acima, travessa abaixo com os €s do jantar ainda no bolso.
Rosas distribuídas pelas damas no bailarico no Campo das Cebolas, rumo a Santa Apolónia e toca a subir.
O álcool subiu e o francês decidiu falar a todos (Bon soir!), beijar mulheres e homens e, ai (!), quem te acode! Homem neste país ou lhes tiras primeiro os azimutes, ou podes ter a cana do nariz a prémio. Explicar isto em francoinglês a um francês alegre…
Já se passava para a Sé em bicos de pé, sem espaço para um passo, mas este ano, mesmo sem nunca ter tido claustrofobia, julguei que o Sol podia deixar de brilhar por algum tempo. Vi-me no meio de uma confusão sem medida. Depois de ter percebido que fizesse o que fizesse não arredava pé para onde eu queria, mas para onde a multidão mandava, passo à frente, 2 passos atrás, e quase sem perceber para onde devia empinar o nariz para respirar… tive medo e só pensava: preciso de sair daqui…mas não adiantou pensar. Para ajudar, ali a 1 metro de mim, dois totós (o artista italiano que me perdoe!) com o músculo a rasgar a t’shirt, decidiram prometer murraças um ao outro. Mais, alguém se lembrou de subir para o topo de tudo e todos (tipo nos concertos), mas viu o chão rapidamente e percebi que aquilo estava para durar. Juro que foram minutos de sensações apertadas e estranhas. Ainda pensei que só eu tinha sentido. Reunida com os 10, vi em algumas caras o sentimento igual ao meu.
Santos é para divertir, não entendo como aquele momento pode ser divertido para alguém que preze a vida. Tenho de me esquecer disto, porque para o ano quero lá voltar. Com um mapa mental diferente e sem esperar encontrar novamente em sentido contrário a Polícia de Choque.
11.6.07
10.6.07
Pijamas azuis

Vestidos com o pijama azul, somos todos iguais. E no dia a dia como em Lisboa, sobra tão pouco tempo para apreciar o azul, o da vida.
Dei por mim num quarto branco e com camas brancas, com pessoas deitadas com visitas. Não se falava do outrora, muito menos do futuro, apenas do agora.
Na tv jogava Portugal, passavam pessoas no corredor, minutos que parecem horas, ou horas que parecem minutos.
Numa cama alguém quase sem auto-estima, um desgosto de amor foi o último estímulo para com ácido ficar sem ésofago, estômago e aumentar o desânimo pela vida.
Noutra, várias facadas de um amigo perfuraram pulmões jovens.
Noutra, alguém se movimenta de cadeira-de-rodas, sem metade de uma perna e com o maior sorriso daquele quarto.
Amigo, tens cancro, estás magro, amarelo, desanimado, com olhar baixo, sem respostas e com vontade de sair daí para fora. Está-te a faltar a força.
Olho-te e vejo-te na minha frente, à mesma altura que eu. Sorrio-te para que possas perceber que estou ali por ti. Toco-te, abraço-te e espero que saibas que o faço sem nunca me esquecendo de ti. Da tua boa vontade, da vivacidade dos teus 60 anos, pelo que já batahas-te neste mundo.
Acaba a visita, partimos e tu partes connosco. Sinto o quebrar do teu coração quando saímos por aquela porta amarela pelo tempo. Tempo que te falta.
A vida não é uma fase. Ainda que enfraqueça o espírito de qualquer um, ainda que cause um sofrimento sem futuro e faça parecer que nada nos alimenta a alma, a vida não se resume a vigiar a temperatura corporal muitas vezes ao dia, respirar oxigénio puro ou receber energia por um tubo.
A esperança não salva, nem aquece. Deixa manter os olhos abertos e receber a companhia, nem que seja em silêncio.
Acho que nos esquecemos muitas vezes de respeitar a vida de cada um, aceitar o que cada um é, porque qual de nós sabe o que vai lá dentro? Às vezes nem dentro de nós…
Há olhos que parecem que nem reconhecem a sua própria dignidade. Mas amigo, uma pessoa grande como tu, nem deve recear perdê-la.
Nem esse azul te roubará a dignidade.
O artista...
Mar… grande, único, ondulanteComo um lenço ao sabor do vento
Movimenta tudo com gracejo
Surpreende o mais desatento
Andorinha quando vem
Cores tristes com voo triunfante
Símbolo da Primavera
Faz sonhar o viajante
Ruma a terras distantes
Deixa marcas de vida
No regresso traz consigo
A esperança sempre viva de uma nova ida
Como um fogo
Lindo de ver, de olhar e fazer pensar
Como será lá viver?
Num centro quente e sempre a queimar?
Oleiro de momentos
Molda barro à lá carte…
Com contornos interessantes
Tira uma mulher do sério e isso é arte!
7.6.07
Isa, isto está mau?

Isa, isto está mau?! – colocou esta questão várias vezes no diálogo, como pergunta retórica – Eu tinha uma boneca. No tempo dos meus pais, mesmo que existisse dinheiro, não existia a escolha de produtos que há hoje e “a coisa” podia nem existir. Hoje, as pessoas enchem o carrinho do supermercado, habituaram-se às marcas (às bolachas que estão à altura dos seus olhos), e na caixa paga-se o leite, o pão e a carne a crédito. Ao dia 5, subtrai-se a prestação da casa, do carro, do cartão visa, do supermercado, do plasma, do sofá, da tv por cabo, da Internet, das férias... É normal que no início do mês o dinheiro já escasseie. E ainda assim, isto está mau? Quantas pessoas tomam o pequeno-almoço fora de casa? As pessoas ascendem a ter o telemóvel topo de gama, o carro topo de gama, as roupas de marca e o melhor televisor. E depois comem macarrão 7 vezes por semana!
Actualmente
Emprestar dinheiro deve ser um dos negócios com maior sucesso. Vejamos: o negócio não estagnou, continua-se a vender carros e casas. Se por um lado, as taxas aumentam, por outro, aumentaram as facilidades de conseguir um crédito!
O mercado está diferente. A crise não é um fantasma, existe! O preço do dinheiro é o dobro do nível em que se encontrava quando se iniciou o actual ciclo de aumentos! Aumentou o preço de vida, os salários estagnaram, houve mudança na gestão e foi gerada a mudança de comportamento do consumidor. É mais frequente recorrer ao crédito.
E as mentalidades? Note-se que, é mais fácil mudar comportamentos do que mentalidades. As mentalidades não avançam ao mesmo ritmo!
Futuro
A tendência do mercado? Empréstimos de maior valor e sem necessitar de garantia.
Não tenho Maya no sobrenome. Mas sei que os maus hábitos pagam-se caros. Vejamos: os bancos habituaram-nos a utilizar a caixa Multibanco. Agora parece um mau hábito: pretendem cobrar uma taxa por essa utilização. Recordo que, aos bancos permitiu reduzir custos no pessoal!
Amanhã, alguma entidade percebe que viver a vida com dinheiro emprestado é um ciclo vicioso, mas de menor interesse para o seu negócio. E é preciso desabituar…
Se for, que preço pagamos nós?
Está-me a parecer que, para o consumidor mudar de mentalidade é necessário mudar a mentalidade da gestão em Portugal, de quem gere e, portanto, de quem tem o poder.
Se a Segurança Social tem problemas de viabilidade e se se aumenta a idade da reforma… que raio de mentalidade é esta? Que gestão é esta? Isto está mau? Está.
Claro que é preciso que as famílias mudem de comportamento, mas o exemplo tem de surgir por parte de quem tem este poder: o de gerir com cabeça, tronco e membros.
5.6.07
Luz masculina

4.6.07
Cidade Académica

Ruas empedradas e floridas,
Vi uma Évora muito viva,
Cheia de pessoas sortidas.
Vestidos de preto e debaixo da capa,
Os estudantes encheram a cidade.
Vindos de todo o Portugal,
As famílias juntaram-se à comunidade.
Sem brisa e um Sol fortíssimo,
Ninguém perdeu a fé,
De assistir a todo o ritual
E ver o amigo atirado para fora de pé.
Uma vida que lhes vai deixar saudade,
A vivida em ruas torcidas.
Surpreendeu-me sentir o que senti
No meio de tantas imagens coloridas.
Na Rua Fria viveu-se o espírito
Da queima tão desejada.
A todos os finalistas espero que a vida lhes sorria,
Muito sucesso e uma carteira recheada!
3.6.07
Corrida da Mulher 2007

> Os homens também podem desenvolver este tipo de cancro e é, inclusive, mais mortal no caso masculino.
> A recuperação da mulher está dependente do suporte familiar, onde necessariamente também se incluem os elementos masculinos da sua vida.
À moda dos Caixilhos&Laminados, questiono: para quando, um Dec.-lei que permita também a inscrição dos homens nesta prova?
- aparecimento de nódulo ou endurecimento da mama ou debaixo do braço.
- mudança no tamanho ou no formato da mama.
- alteração na coloração ou na sensibilidade da pele da mama ou da auréola.
- secreção contínua por um dos ductos.
- retracção da pele da mama ou do mamilo.
- inchaço significativo ou retracção da pele.
+Informações sobre Cancro da Mama: http://www.ligacontracancro.pt/content.aspx?sid=f4d78197-4184-4eb8-a1ce-14a7ef6d2074&cntx=BE5B5JnwVPVgt6c3B7vGyepcKfuFmojxn8jqrDUMA4o%3D
31.5.07
O Afecto e a Cor

Num avião...
A hospedeira pergunta à testemunha de Jeová se quer beber alguma coisa. Responde a testemunha de Jeová com ar ofendido:
- Prefiro ser raptado e violado selvaticamente por uma dezena de putas da Babilónia antes que uma gota de álcool toque os meus lábios.
O alentejano devolve o copo de tinto à hospedeira e diz:
- Eu também. Não sabia que se podia escolher.
30.5.07
Jogar basket e servir à mesa, em espalhol
29.5.07
27.5.07
24.5.07
Pensamento
23.5.07
Guarda-me
Os anéis do meu cabelo22.5.07
Vai Aonde Te Leva o Coração
20.5.07
Rio Douro
Designado pela UNESCO desde 2001 como Paisagem Cultural, na listagem de locais considerados Património da Humanidade, a Região Vinhateira do Alto Douro merece que a visitem! Encostas verdes, imagens espelhadas, casas que espreitam pela vegetação, águas fartas em peixe, e uma calma.... respira-se o silêncio.
17.5.07
13.5.07
Sonhar
10.5.07
Emboscada na beleza do caos

Ocultar de nós mesmos? Persuadir o que foi do que devia ter sido?
Se alguém disso for capaz, se levante e apresente outra técnica que não a de bom senso; vinda da força do persistente, da construção de um princípio, de que ao Eu conto tudo e nada a minha boca lhe mente.
Acredito que um passo, dado com energia consciente, se recorda como um passinho, mas pode ser doce e surgir na nossa frente num cenário com raiar de Sol resplandecente.
Trabalhar o presente, colocar-lhe um laço bem feito para construir uma vida com motivos de orgulho e sentir falta sem rasto do mal no intuito.
Engane-se o que julgar, que nobreza do presente é uma classe de pertença.
Nem sequer é um grupo de nascença! Tem sentimentos nobres os que defendem a compaixão ao não julgar o outro constantemente.
Quando nos calamos e esperamos o espaço para falar, escutamos com atenção o que vai na cabeça do amigo. Emboscada na beleza do caos!
Momento para descobrir diferentes formas de dizer, iguais formas de viver, não se gastou o silêncio, antes praticou-se a escuta activa e se dedicou tempo com outro umbigo.
Hoje às memórias guardadas, uma vénia de olhos fechados docemente.
Abro a gaveta com traças de saudade: cheiram a conforto e a flores regadas com aguardente.
Se o álcool dá loucura e depois se evapora, Primavera da vida merece uma tinta vitalícia, um capítulo cativo, pouco elucidativo e emotivo.
O tempo tratará de marinar e fazer um preparado com magia e malícia.
Plantada com poucas raízes, sem espinhos e muita ramagem
Dar o código a quem quer os truques, quem quer abrir gavetas com pitada de sal, quer aprender a rodar no sentido que em par se escuta. E quer saborear no presente uma futura memória na divisão do passado de nível açucarado.
9.5.07
Uma vida muitas mãos, um jardim muitas flores

Tenta o atento do poeta, decorar os textos com que brinca, massaja-os de alto abaixo, confere-lhe um aspecto mais altivo, mesmo que comece com a história de uma perdida "carica". Nem todos temos na veia, a corrente a este jogo, trocar as voltas às palavras, requer melancolia e alguma audácia no goto. Atrevimento quando mostrado pode dar a victória a um momento. Como alguém pegando em jarrões, esses tristes objectos com utilidade tão imprecisa, lhes coloca um arranjo para dar ao ambiente um tom mais florido! Mistura de átomos e iões. Energia transformada, a do ar que ninguém vê, sente-se de esguelha, anima o tristonho e faz sorrir até a cara mais amuada. Mesmo sem se ver já se tentou, pela fé que se mostrou, pela ré que tocou, pelo gesto em si próprio um pouco mais já regou! Uma vida muitas mãos, um jardim muitas flores.
Alguém que passeie pelo mundo despercebido, viver sem as odiar ou adorar, terá andado muribundo, como um peixe num aquário, muitos dias a nadar, sem um rumo nos dias achar. Não exigirá muito esforço! Ou um dom oculto. Exige a entrega de uma vontade, um olhar confiante, ou um acto requintado ou um sentimento nobre partilhado. E aceitar. Não faz suar!
Nascem estas raridades das sementes trazidas pelo vento norte, seguram-se à terra e resistem até à rajada forte. Tornam o desejo mais colorido! Vê-las não exige subir para nenhum alto dorso. Prova-as quem se deixar encantar, como o poeta pelos Açores, chamou-lhes Ilhas dos Amores, sendo uma a das Flores.
São únicas e delicadas. Marcam grandes pausas e querem-se bem cuidadas. Se são bonitas por natureza serão desdenhadas pelos olhares! Se selvagens e bravias, farão paisagens particulares! As mãos de cada um, pares singulares, vivem como as flores em alguns desabrochares. Guardam o amanhã, toque de mãos frias, cuidadas desde a manhã, querem-se macias. Coberto de cores esse calor da loucura, como o lado sedoso das flores, sente quem as trata com ternura. Frágeis e perfumadas, desafiam o olfacto. As nossas mãos sempre em vasos serão tristes… restringidas ao sentido do tacto. Mais bonitas em liberdade, para marcar aquele momento.
Lembradas com saudade, Mãos e Flores dão-nos alento! Mesmo sem talento, bastará estar atento!
6.5.07
“Às 4 da madrugada, e o passarinho cantou”

Como todas as noites o patcholi não varia muito. Já se sentiram beata, né? Sai-se à noite e Chanel Marlboro.
Ontem queixaram-se da falta de sítios alternativos. Chegou a falar-se do “Ouriço”, na Ericeira. Referência para muitos.
Inevitavelmente em Lisboa, acabo sempre nos mesmos sítios: Plateau, Irish… o que me escapa? No Lux nunca entrei, fui barrada 2 vezes à porta. Cheiro mal? Não sei.
Juntando tudo, baralhando e distribuindo, dirijo a minha indignação à moda dos Caixilhos e Laminados: para quando uma discoteca em Lisboa com mais O2, mais m2/bailarino, estrelas no ar, porteiros tipo Fernando Mendes e com um wc para gajas tipo comboio?
Faltou referir os fenómenos da noite: restaurante italiano sem pão de alho e grisinis, secura por causa do panacota (por causa da pizza, por causa dos candeeiros...falta de água!), pássaros na mesa do jantar feitas de Crazy Horse, rodarem pedaços de pão com chouriço numa bandeja em plena discoteca (YAH, soube a pato!) e os passarinhos cantavam às 4h30 da manhã na 24 de Julho. Madrugada de Maio e o carro marcava 16º.
2.5.07
O enigma das gravuras de Foz Côa
Sexto sentido feminino
1.5.07
Na terra das gaivotas
Fiz mais uma travessia.
Encontrei alguma paz
Ao captar esta fotografia.
Tantas formas hão-de haver
Para a serenidade encontrar.
Eu distraio-me a disparar
Algumas facetas do nosso mar.
Oh mar podes ser triste para uns,
Trazer riqueza a quem se aventura!
Neste Portugal de vaidades,
Em ti encontro igualdade e repouso na tua bravura!
Pedaço de terra, a Terra
Encontro apenas um modo tranquilo de viver aceitando a vida tal qual ela é.
De uma maneira geral, o mundo anda agarrado ao material e esquece-se do espiritual. E o espiritual encontra-se nas relações que estabelecemos com o que nos rodeia.
E depois, embora a sensibilidade varie de pessoa para pessoa, dificilmente alguém fica indiferente quando vê um urso polar perdido no gelo, sem meios de sobreviver.
Não me surpreende que o documentário de Al Gore tenha tido tanto sucesso, cpmseguindo escandalizar o mundo ao abordar as mudanças climáticas chamando-lhe uma Verdade Inconveniente.
Porque a educação, por mais motivação que encontre, não faz milagres. Nem mesmo S. Pedro, com os seus poderes de santo, consegue evitar os piores dos desastres causados pelo homem, o de colocar constantemente à prova os limites da regeneração da Mãe Natureza.
Reflicto e procuro entender tudo isto através de um olhar ingénuo, português e pouco expert na matéria. Procuro ser tolerante e aceitar esses erros crassos espalhados pelo mundo. E, claro, tirar daqui alguma coisa para a motivação do dia-a-dia.
Por isso, partilho este pedaço de texto convosco, é o que está comigo e deixo aqui.
E polvilho o ar com alguma inquietação acerca do que deixamos que os governos façam ao pedaço de terra que é de todos, a Terra.
25.4.07
Pororoca
Pororoca é um fenómeno natural produzido pelo encontro das correntes de maré com as correntes fluviais (Rio Amazonas - Brasil). Acontece quando as águas da maré crescente tentam invadir o estuário, no momento em que a massa fluvial se opõe com grande resistência. Como a água doce é mais leve, estende-se inicialmente por uma grande distância pelo mar e atrasa a onda da maré. O termo pororoca vem do tupi Porórka, gerúndio de porórog que significa estrondar. Água, Dentes e Cérebro!
Andava interessada em recordar dicas de como faze-lo correctamente e, claro, fui à net! Na maioria dos sites, os experts aconselham 2 minutos. Experimentei e percebi que, habitualmente, não demoro esse tempo.
Nos sites que procuram motivar/educar a malta a poupar água, calculam 5 minutos nesta tarefa, igual a um gasto médio de 12 litros de água. Considerando a minha experiência (virei cientista!), acho um abuso! Alguém demora 5 minutos?
Nas campanhas sobre poupança de água, lavar os dentes surge no leque de comportamentos diários que, com pequenos ajustes, pode ajudar na gestão deste recurso.
Não parece haver um grande consenso (nem pequeno) acerca dos litros que se podem poupar a lavar os dentes. Alguns sites mencionam 12, outros chegam mesmo aos 30! Comum é o facto de que mudar o comportamento na lavagem dos dentes pode contribuir para a economia da água!
Quase todos concordam nos movimentos correctos, bem como na sequência dos mesmos. Em relação ao tempo de vida de uma escova a opinião também é muito semelhante: mudar de 3 em 3 meses e após uma gripe ou constipação.
Uma música para animar os preguiçosos:
E se está interessado em aumentar a longevidade do seu cérebro, lavar os dentes pode ajudar! Basta que o façamos com a mão esquerda (destros). Em alguns sites aconselham este truque para estimular o cérebro: melhorar a concentração, o raciocínio lógico e o pensamento criativo.
A neuróbica (designação criada pelo neurobiólogo Lawrence Katz - investigador do Instituto médico norte-americano Howard Hughes), inclui um conjunto de exercícios de estimulação cerebral, no qual está este truque! A Aeróbica está para o corpo, como a neuróbica para o cérebro.
Em 2005, houve em Lisboa um curso de neuróbica, com o objectivo de ensinar pessoas na concentração, a desenvolver os sentidos da visão, tacto e audição e, ao mesmo tempo, fortalecer determinadas zonas do cérebro implicadas na memória, criatividade e inteligência.
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&id_news=163888
http://atuleirus.weblog.com.pt/arquivo/2005/04/lavar_os_dentes.html
Tudo começou com: comportamento correcto na lavagem dos dentes… xiii… já me alonguei!
22.4.07
"Feijoada de Bacalhau"
Estou a lembrar: cozinhar, fazer, preparar, servir, decorar, sentar, comer, beber, fumar, inalar, mascar (smint gum), contar, discutir (...regras!!!! Para quando um Manual de Procedimentos de Lerpa?!), conversar, imitar, divertir, lembrar, olhar, atrever, jogar, assistir, lerpar, rodar, baralhar, dar, distribuir, partir, assar, cortar, rir, tocar, cantar, silenciar e… dormitar.
Não ficou o chouriço por assar. E a foto para recordar!
Desnorteados - Não Mijes aí pá, eu vou viver ai
21.4.07
Fotos da Pesca do Atum

O Barril, que faz parte da Ilha de Tavira, conhecido pela bela praia, tem o seu nome associado à pesca do atum. Pescava-se o atum e este era guardado em barris.
E de onde surgem as âncoras que hoje estão na praia do Barril?
O Arraial Ferreira Neto, que hoje é um empreendimento turístico em Tavira (Hotel Vila Galé Albacora), era também um lugar onde as familías se alojavam para a indústria do peixe.
Uma espécie de aldeia, com igreja e escola.
Tanto o Barril como o Arraial Ferreira Neto fazem parte do Parque Natural da Ria Formosa.
Deixo aqui mais umas quantas fotos da pesca do atum que julgo de valor! E um link para quem quiser saber mais um pouco da história da pesca do atum. http://digfish.mine.nu/sampage/index.php?seccao=pesca
Quantas estações tem o ano em Santarém?
História: http://pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Santarém





















